Liga Conferência – Final – Crystal Palace – Rayo Vallecano

Um solitário golo, no início da segunda parte, bastou para o Crystal Palace conquistar o primeiro título europeu da sua história.
Após a disputa de cinco edições da “Liga Conferência”, passamos a ter a seguinte lista de vencedores:
- 2021-22 – Roma
- 2022-23 – West Ham
- 2023-24 – Olympiacos
- 2024-25 – Chelsea
- 2025-26 – Crystal Palace
Títulos de Futebol – Clubes portugueses
Taça de Portugal – Palmarés
Vencedor Finalista Épocas (Vencedor / Finalista) Benfica 26 13 1939-40; 1942-43; 1943-44; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1954-55; 1956-57; 1958-59; 1961-62; 1963-64; 1968-69; 1969-70; 1971-72; 1979-80; 1980-81; 1982-83; 1984-85; 1985-86; 1986-87; 1992-93; 1995-96; 2003-04; 2013-14; 2016-17 1938-39; 1957-58; 1964-65; 1970-71; 1973-74; 1974-75; 1988-89; 1996-97; 2004-05; 2012-13; 2019-20; 2020-21; 2024-25 FC Porto 20 14 1955-56; 1957-58; 1967-68; 1976-77; 1983-84; 1987-88; 1990-91; 1993-94; 1997-98; 1999-00; 2000-01; 2002-03; 2005-06; 2008-09; 2009-10; 2010-11; 2019-20; 2021-22; 2022-23; 2023-24 1952-53; 1958-59; 1960-61; 1963-64; 1977-78; 1979-80; 1980-81; 1982-83; 1984-85; 1991-92; 2003-04; 2007-08; 2015-16; 2018-19 Sporting 18 14 1940-41; 1944-45; 1945-46; 1947-48; 1953-54; 1962-63; 1970-71; 1972-73; 1973-74; 1977-78; 1981-82; 1994-95; 2001-02; 2006-07; 2007-08; 2014-15; 2018-19; 2024-25 1951-52; 1954-55; 1959-60; 1969-70; 1971-72; 1978-79; 1986-87; 1993-94; 1995-96; 1999-00; 2011-12; 2017-18; 2023-24; 2025-26 Boavista 5 1 1974-75; 1975-76; 1978-79; 1991-92; 1996-97/ 1992-93 V. Setúbal 3 7 1964-65; 1966-67; 2004-05 1942-43; 1953-54; 1961-62; 1965-66; 1967-68; 1972-73; 2005-06 Belenenses 3 5 1941-42; 1959-60; 1988-89/ 1939-40; 1940-41; 1947-48; 1985-86; 2006-07 Sp. Braga 3 5 1965-66; 2015-16; 2020-21/ 1976-77; 1981-82; 1997-98; 2014-15; 2022-23 Académica 2 3 1938-39; 2011-12 1950-51; 1966-67; 1968-69 V. Guimarães 1 6 2012-13/ 1941-42; 1962-63; 1975-76; 1987-88; 2010-11; 2016-17 Leixões 1 1 1960-61/ 2001-02 Beira-Mar 1 1 1998-99/ 1990-91 Estrela Amadora 1 - 1989-90 D. Aves 1 - 2017-18 Torreense 1 - 2025-26 Atlético - 2 1945-46; 1948-49 Marítimo - 2 1994-95; 2000-01 Rio Ave - 2 1983-84; 2013-14 Estoril - 1 1943-44 Olhanense - 1 1944-45 Torreense - 1 1955-56 Covilhã - 1 1956-57 Farense - 1 1989-90 Campomaiorense - 1 1998-99 U. Leiria - 1 2002-03 Paços Ferreira - 1 2008-09 Chaves - 1 2009-10 Tondela - 1 2021-22
Finais da Taça de Portugal
Edição Época Vencedor Finalista Resultado LXXXVI 2025-26 Torreense Sporting 2-1 (a.p.) LXXXV 2024-25 Sporting Benfica 3-1 (a.p.) LXXXIV 2023-24 FC Porto Sporting 2-1 (a.p.) LXXXIII 2022-23 FC Porto Sp. Braga 2-0 LXXXII 2021-22 FC Porto Tondela 3-1 LXXXI 2020-21 Sp. Braga Benfica 2-0 LXXX 2019-20 FC Porto Benfica 2-1 LXXIX 2018-19 Sporting FC Porto 2-2 (5-4 gp) LXXVIII 2017-18 D. Aves Sporting 2-1 LXXVII 2016-17 Benfica V. Guimarães 2-1 LXXVI 2015-16 Sp. Braga FC Porto 2-2 (4-2 gp) LXXV 2014-15 Sporting Sp. Braga 2-2 (3-1 gp) LXXIV 2013-14 Benfica Rio Ave 1-0 LXXIII 2012-13 V. Guimarães Benfica 2-1 LXXII 2011-12 Académica Sporting 1-0 LXXI 2010-11 FC Porto V. Guimarães 6-2 LXX 2009-10 FC Porto Chaves 2-1 LXIX 2008-09 FC Porto Paços Ferreira 1-0 LXVIII 2007-08 Sporting FC Porto 2-0 (a.p.) LXVII 2006-07 Sporting Belenenses 1-0 LXVI 2005-06 FC Porto V. Setúbal 1-0 LXV 2004-05 V. Setúbal Benfica 2-1 LXIV 2003-04 Benfica FC Porto 2-1 (a.p.) LXIII 2002-03 FC Porto U. Leiria 1-0 LXII 2001-02 Sporting Leixões 1-0 LXI 2000-01 FC Porto Marítimo 2-0 LX 1999-00 FC Porto Sporting 1-1 2-0 LIX 1998-99 Beira-Mar Campomaiorense 1-0 LVIII 1997-98 FC Porto Sp. Braga 3-1 LVII 1996-97 Boavista Benfica 3-2 LVI 1995-96 Benfica Sporting 3-1 LV 1994-95 Sporting Marítimo 2-0 LIV 1993-94 FC Porto Sporting 2-1 (a.p.) LIII 1992-93 Benfica Boavista 5-2 LII 1991-92 Boavista FC Porto 2-1 LI 1990-91 FC Porto Beira-Mar 3-1 (a.p.) L 1989-90 E. Amadora Farense 1-1 2-0 XLIX 1988-89 Belenenses Benfica 2-1 XLVIII 1987-88 FC Porto V. Guimarães 1-0 XLVII 1986-87 Benfica Sporting 2-1 XLVI 1985-86 Benfica Belenenses 2-0 XLV 1984-85 Benfica FC Porto 3-1 XLIV 1983-84 FC Porto Rio Ave 4-1 XLIII 1982-83 Benfica FC Porto 1-0 XLII 1981-82 Sporting Sp. Braga 4-0 XLI 1980-81 Benfica FC Porto 3-1 XL 1979-80 Benfica FC Porto 1-0 XXXIX 1978-79 Boavista Sporting 1-1 1-0 XXXVIII 1977-78 Sporting FC Porto 1-1 2-1 XXXVII 1976-77 FC Porto Sp. Braga 1-0 XXXVI 1975-76 Boavista V. Guimarães 2-1 XXXV 1974-75 Boavista Benfica 2-1 XXXIV 1973-74 Sporting Benfica 2-1 (a.p.) XXXIII 1972-73 Sporting V. Setúbal 3-2 XXXII 1971-72 Benfica Sporting 3-2 (a.p.) XXXI 1970-71 Sporting Benfica 4-1 XXX 1969-70 Benfica Sporting 3-1 XXIX 1968-69 Benfica Académica 2-1 (a.p.) XXVIII 1967-68 FC Porto V. Setúbal 2-1 XXVII 1966-67 V. Setúbal Académica 3-2 (a.p.) XXVI 1965-66 Sp. Braga V. Setúbal 1-0 XXV 1964-65 V. Setúbal Benfica 3-1 XXIV 1963-64 Benfica FC Porto 6-2 XXIII 1962-63 Sporting V. Guimarães 4-0 XXII 1961-62 Benfica V. Setúbal 3-0 XXI 1960-61 Leixões FC Porto 2-0 XX 1959-60 Belenenses Sporting 2-1 XIX 1958-59 Benfica FC Porto 1-0 XVIII 1957-58 FC Porto Benfica 1-0 XVII 1956-57 Benfica Sp. Covilhã 3-1 XVI 1955-56 FC Porto Torreense 2-0 XV 1954-55 Benfica Sporting 2-1 XIV 1953-54 Sporting V. Setúbal 3-2 XIII 1952-53 Benfica FC Porto 5-0 XII 1951-52 Benfica Sporting 5-4 XI 1950-51 Benfica Académica 5-1 X 1948-49 Benfica Atlético 2-1 IX 1947-48 Sporting Belenenses 3-1 VIII 1945-46 Sporting Atlético 4-2 VII 1944-45 Sporting Olhanense 1-0 VI 1943-44 Benfica Estoril 8-0 V 1942-43 Benfica V. Setúbal 5-1 IV 1941-42 Belenenses V. Guimarães 2-0 III 1940-41 Sporting Belenenses 4-1 II 1939-40 Benfica Belenenses 3-1 I 1938-39 Académica Benfica 4-3
O Pulsar do Campeonato – 29ª Jornada

(“O Templário”, 21.05.2026)
Ao intervalo da penúltima jornada, com os resultados que então se verificavam (Fazendense a ganhar e Mação a perder), o grupo das Fazendas seria “virtual Campeão”; tendo, aliás, tal cenário subsistido até aos 87 minutos, pese embora os almeirinenses tivessem sofrido o empate. Só que, nos instantes derradeiros do seu desafio em Coruche, os maçaenses operariam a reviravolta no marcador, chegando ao triunfo “no último suspiro”, já no termo do tempo de compensação.
Fazendense e Mação abordam, pois, a 30.ª e última ronda separados por um único ponto, numa fase da época em que sofreram alguns deslizes – derrota no Entroncamento e igualdade caseira com o Alcanenense, por parte da formação das Fazendas; empate da turma maçaense em Ourém –, deixando todas as possibilidades em aberto quanto à conquista do almejado título de Campeão.
Destaques – Num Domingo em que se entrecruzavam as disputas pela 1.ª e pela 5.ª posição, com as partidas entre 1.º e 5.º (Fazendense-Alcanenense) e 6.º e 2.º classificados (Coruchense-Mação), a tarde foi recheada de sucessivas cambiantes, começando por realçar-se nova perda de pontos do guia, não obstante o conjunto das Fazendas se tivesse colocado em vantagem à passagem da meia hora. Porém, logo nos minutos iniciais da segunda parte, a equipa de Alcanena restabeleceria o empate, sendo que – ainda com mais de quarenta minutos por jogar – o 1-1 já não seria desfeito.
Disso acabaria por vir a tirar partido o Mação, mas só “in extremis”, quando o título parecia já (quase) entregue. Tendo a turma do Sorraia inaugurado o marcador à beira do intervalo, o panorama de um eventual desaire, que arredaria os visitantes das suas pretensões, foi-se avolumando, à medida que o tempo escasseava, e que as insistentes ofensivas maçaenses, em especial ao longo de toda a segunda metade, pareciam incapazes de lograr os seus intentos.
Mas, não se entregando, não abdicando nunca do objectivo, o Mação viria a ser premiado: ao empate, alcançado a três minutos dos noventa, seguir-se-ia, num período algo caótico, já sem tácticas, mas com grande coração, a “explosão” do tento da vitória (2-1), no minuto 96. Dos seis pontos que, “virtualmente”, chegara a ter de atraso (ao intervalo) – entretanto reduzidos a quatro no início do segundo tempo –, a turma maçaense começara por repor os três de diferença com que entrara em campo, vindo a fechar a jornada somente a um ponto (70 vs. 71) do comandante… e com vantagem (superior diferença de golos) em caso de igualdade final na tabela classificativa.
Merece ainda destaque a recta final do Águias de Alpiarça, que, após uma sequência de cinco derrotas a meio da segunda volta, só não venceu um dos seus quatro últimos jogos (1-1, na semana precedente, no Porto Alto), tendo, desta feita, ido ganhar ao Entroncamento AC (que era ainda parte activa na contenda pela permanência) por 4-2, garantindo, pelo menos, um notável 7.º posto, podendo, aliás, sonhar ainda com um eventual 6.º lugar (dado estar a três pontos do Coruchense).
Surpresa – Terá sido, porventura, apenas “meia surpresa”, mas o U. Tomar não conseguiu sair vitorioso no Tramagal, no reeditar de um velho clássico do futebol distrital. Foram, inclusivamente, os tramagalenses a adiantar-se no marcador, logo aos dez minutos, tendo mantido a vantagem até ao descanso. Os nabantinos empatariam no início da etapa complementar, completando a reviravolta a um quarto de hora do fim, na conversão de uma grande penalidade. Contudo, mesmo reduzidos a dez elementos, os anfitriões prontamente lograriam restabelecer a igualdade (2-2), também a partir da marca dos onze metros, à entrada dos últimos dez minutos.
Confirmações – Os restantes quatro prélios tiveram desfechos que se enquadram nas expectativas. Começando pelo At. Ouriense-Porto Alto, o nulo subsistiu até final, tendo o grupo de Ourém voltado a pontuar ante um dos concorrentes do topo da pauta classificativa, depois da igualdade registada com o Mação, duas semanas antes (no entretanto empatara ainda em Tomar).
O Abrantes e Benfica-Amiense teve também um resultado que se pode considerar lógico: os abrantinos marcaram primeiro, chegando ao intervalo em vantagem; mas o conjunto dos Amiais, que não perde há seis jornadas, restabeleceu a igualdade na fase inicial do segundo tempo; tal como no caso do At. Ouriense, foi também o terceiro empate sucessivo do Abrantes e Benfica – numa jornada, que à semelhança da anterior, voltou a registar cinco igualdades, desta vez mais diversificadas, incluindo o 1.º (Fazendense) e o último (Tramagal) classificados.
Os resultados dos dois “derbies” do passado fim-de-semana confirmaram a descida à divisão secundária de outros dois clubes de grandes pergaminhos a nível distrital (a par do Tramagal): o At. Riachense, derrotado em casa pelo Torres Novas, em função de um solitário golo, a meio da segunda parte, de “penalty” (sendo que a formação dos Riachos acabaria com quatro jogadores expulsos, aos 79, 80 e 87 minutos, e no final do jogo); bem como o Cartaxo, que, recebendo o Pontével, não foi além do empate (1-1). Os quatro pontos de atraso face ao Entroncamento AC não serão recuperáveis, tendo, assim, ficado já definidas as três equipas despromovidas.
II Divisão Distrital – A terceira ronda da fase final terá resultado em algumas confirmações, nomeadamente com o Ouriquense – por agora, com o pleno de vitórias, tendo ido ganhar à Atalaia, por 3-1 – a colocar-se em boa posição para alcançar a subida, em contraponto, precisamente, à U. Atalaiense, que, com três desaires, começará a ficar distante de tais aspirações.
Por seu turno, Moçarriense (batendo o Salvaterrense por 2-1) e Vasco da Gama (triunfando por tangencial 3-2 na recepção ao Pego) parecem validar o favoritismo que lhes advém do desempenho patenteado na fase regular da competição. Não obstante, deverá atentar-se que os desfechos foram renhidos, e que a diferença pontual face aos derrotados é de apenas três pontos.
Liga 3 – Chegou ao seu termo a edição de 2025-26 desta prova, com o Amarante a sagrar-se Campeão, sendo acompanhado na promoção à II Liga pela Académica, que obteve convincente vitória (3-0), ante o Trofense. Quanto ao Belenenses (3.º classificado), mesmo tendo vencido o Mafra por 3-1, vê-se forçado a disputar o “play-off” com o 16.º do escalão secundário, Farense.
O U. Santarém alcançou, já bem para lá dos noventa minutos, uma igualdade a duas bolas, frente ao Varzim, o que lhe permitiu evitar o último lugar, completando esta fase final na 7.ª posição (mesmo que em igualdade pontual com o Trofense), numa época com balanço muito positivo.
Campeonato de Portugal – Tudo na mesma, tendo os dois primeiros empatado entre si (0-0 no V. Sernache-Oliveira do Hospital), enquanto os dois “últimos” registaram também uma igualdade (1-1 no Louletano-At. Malveira). Faltando disputar duas rondas, a turma de Cernache lidera, com mais três pontos que Oliveira do Hospital e Louletano, estando o At. Malveira três pontos abaixo.
Antevisão – Com a definição do Campeão da I Divisão Distrital adiada para a derradeira jornada, afigura-se difícil arriscar prognósticos. Se o Fazendense tem a grande vantagem de depender exclusivamente de si, enfrentará, todavia, um adversário valoroso, num reduto tradicionalmente difícil, como é o de Amiais de Baixo (sendo que a turma das Fazendas necessitará, no mínimo, de obter resultado similar ao do rival); por seu lado, o Mação – que só poderá almejar o título, mesmo ganhando, se o Fazendense não vencer (ou, até, em caso de empate, mas só se o seu concorrente perdesse ante o Amiense) – disporá de franco favoritismo, recebendo o Abrantes e Benfica.
Na disputa pelo 3.º lugar, o Torres Novas parece levar clara vantagem, jogando no seu terreno com o Entroncamento AC (mesmo que o Porto Alto seja também favorito na recepção ao Tramagal). Na luta pelo 5.º posto, o Alcanenense parte também em melhor situação, deslocando-se ao Cartaxo, ao passo que o Coruchense visita Tomar, com o União a necessitar de vencer para poder ainda melhorar a sua classificação final (face à 10.ª posição que ocupa nesta altura).
Na II Divisão Distrital, o “jogo grande” da quarta ronda (penúltima da primeira volta) coloca frente-a-frente o Ouriquense e o Vasco da Gama, revestindo-se também de grande relevância o Pego-Moçarriense; por fim, caberá à U. Atalaiense receber o Salvaterrense.
No Campeonato de Portugal, já na penúltima jornada da fase final, o V. Sernache desloca-se à Malveira – sendo que, num cenário de vitória, garantiria automaticamente a subida à Liga 3 –, enquanto o Oliveira do Hospital viaja até ao Algarve, para defrontar o Louletano.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 21 de Maio de 2026)
Liga Europa – Final – Aston Villa – Freiburg

Dois golos nos derradeiros cinco minutos da primeira parte, a que acresceu outro na parte inicial do segundo tempo, proporcionaram ao Aston Villa uma vitória categórica (3-0), voltando a conquistar um troféu a nível europeu, depois da Taça dos Campeões Europeus e da Supertaça Europeia, na época de 1981-82.
Para o seu treinador, Unai Emery, esta foi a quinta vez que ganhou a Liga Europa, depois dos títulos obtidos ao serviço do Sevilla (em 2014, 2015 e 2016) e do Villarreal (2021)!
No Palmarés da prova, após as 17 edições já disputadas sob o formato de “Liga Europa”, é a seguinte a lista de vencedores: Sevilla (2014, 2015, 2016, 2020 e 2023), At. Madrid (2010, 2012 e 2018), Chelsea (2013 e 2019), FC Porto (2011), Manchester United (2017), Villarreal (2021), Eintracht Frankfurt (2022), Atalanta (2024), Tottenham (2025) e Aston Villa (2026).
Nas 38 edições anteriores (nas temporadas de 1971-72 a 2008-09), com a denominação da Taça UEFA, sagraram-se vencedores: Juventus (1977, 1990 e 1993), Inter (1991, 1994 e 1998) e Liverpool (1973, 1976 e 2001), com três títulos cada; Borussia Mönchengladbach (1975 e 1979), Tottenham (1972 e 1984), Real Madrid (1985 e 1986), Göteborg (1982 e 1987), Parma (1995 e 1999), Feyenoord (1974 e 2002) e Sevilla (2006 e 2007), cada um com dois troféus; PSV Eindhoven (1978), Eintracht Frankfurt (1980), Ipswich Town (1981), Anderlecht (1983), Bayer Leverkusen (1988), Napoli (1989), Ajax (1992), Bayern München (1996), Schalke 04 (1997), Galatasaray (2000), FC Porto (2003), Valencia (2004), CSKA Moscovo (2005), Zenit St. Petersburg (2008) e Shakhtar Donetsk (2009).
Antes disso, criada em 1955, a par com a Taça dos Campeões Europeus, disputou-se, até à época de 1970-71, em 13 edições, a designada Taça das Cidades com Feiras, prova que seria precursora da Taça UEFA, apesar de não ser reconhecida a nível oficial pela UEFA, que teve por vencedores: Barcelona (1958, 1960 e 1966); Valencia (1962 e 1963) e Leeds United (1968 e 1971); Roma (1961), Zaragoza (1964), Ferencvaros (1965), D. Zagreb (1967), Newcastle (1969) e Arsenal (1970).
Num exercício de “consolidação” dos vencedores da competição nas suas três fórmulas/designações, temos os seguintes clubes que conquistaram mais do que um troféu: Sevilla (7); Barcelona, Juventus, Inter, Liverpool, Valencia, At. Madrid e Tottenham (3 cada); Leeds United, Borussia Mönchengladbach, Real Madrid, Göteborg, Parma, Feyenoord, FC Porto, Chelsea e Eintracht Frankfurt (2 cada).
Convocados para o Mundial 2026
Guarda-redes – Diogo Costa (FC Porto), José Sá (Wolverhampton) e Rui Silva (Sporting) + Ricardo Velho (Gençlerbirliği)
Defesas – Nélson Semedo (Fenerbahçe), Diogo Dalot (Manchester United), João Cancelo (Barcelona), Rúben Dias (Manchester City), Renato Veiga (Villarreal), Gonçalo Inácio (Sporting), Tomás Araújo (Benfica), Matheus Nunes (Manchester City) e Nuno Mendes (Paris Saint-Germain)
Médios – Rúben Neves (Al-Hilal), Samuel “Samú” Costa (Mallorca), João Neves (Paris Saint-Germain), Vítor Ferreira “Vitinha” (Paris Saint-Germain), Bruno Fernandes (Manchester United) e Bernardo Silva (Manchester City)
Avançados – João Félix (Al-Nassr), Francisco Trincão (Sporting), Francisco Conceição (Juventus), Pedro Neto (Chelsea), Rafael Leão (AC Milan), Gonçalo Guedes (Real Sociedad), Gonçalo Ramos (Paris Saint-Germain) e Cristiano Ronaldo (Al-Nassr)
O seleccionador nacional, Roberto Martínez, anunciou esta tarde o nome dos 27 jogadores (incluindo um guarda-redes “de reserva”, Ricardo Velho) convocados para a Fase Final do Campeonato do Mundo de Futebol, a disputar de 11 de Junho a 19 de Julho, nos EUA, Canadá e México.
Em relação à anterior competição (“EURO 2024”) verifica-se a entrada de oito jogadores: Rui Silva, Ricardo Velho, Renato Veiga, Tomás Araújo, Matheus Nunes, Samuel “Samú” Costa, Francisco Trincão e Gonçalo Guedes.
Ao invés, deixaram de integrar os seleccionados os seguintes jogadores: Rui Patrício, António Silva, Danilo Pereira, Pepe (final de carreira), João Palhinha e Otávio Monteiro, para além do malogrado Diogo Jota.
Na convocatória hoje anunciada, os maiores contingentes são os de jogadores que representam o Paris Saint-Germain (quatro), Manchester City e Sporting (três cada), seguindo-se os do Al-Nassr e Manchester United (2 cada). Benfica e FC Porto contam apenas um jogador seleccionado, numa lista em que 22 dos convocados alinham em clubes estrangeiros.
O Pulsar do Campeonato – 28ª Jornada

(“O Templário”, 14.05.2026)
Numa ronda – antepenúltima do Distrital da I Divisão – em que só os três clubes que agora ocupam os lugares do pódio venceram (sendo que dois dos três derrotados se posicionam nos dois últimos postos da tabela), dez das onze equipas classificadas entre o 4.º e o 14.º lugar empataram (assinalando-se a curiosidade adicional de três das cinco igualdades terem sido a duas bolas). Ou seja, o principal beneficiado da jornada foi o Torres Novas, que voltou a ultrapassar a AREPA.
Destaques – A primeira nota de realce vai, uma vez mais, para o líder Fazendense, que, repetindo os números da semana anterior (3-0) – então ante a equipa torrejana –, se desembaraçou, de forma categórica, da visita a Pontével, não obstante tenha chegado ao intervalo com a vantagem mínima, que confirmou, já na etapa complementar, com a obtenção de outros dois tentos.
O Torres Novas, em deslocação ao Cartaxo, confirmou a tendência histórica recente: desde 2011 que os anfitriões não conseguem derrotar os torrejanos, sendo que, em doze encontros disputados desde então, os visitantes triunfaram por oito vezes, para além de quatro empates. Mais, na presente temporada, os cartaxeiros sofreram duas pesadas goleadas, num impressivo “score” global de 15-0 (!): depois do 9-0 da primeira volta, perderam agora, no seu reduto, por 0-6.
Também com 0-1 ao intervalo, o Torres Novas ampliou a contagem logo no recomeço. Reduzido a dez elementos a partir dos 55 minutos, o Cartaxo foi incapaz de evitar o avolumar do marcador, tendo passado por período de grande “desnorte”, com quatro golos sofridos entre os 69 e os 76 minutos… Um forte revés nas esperanças de poder ainda evitar a descida à divisão secundária.
E isto, não obstante uma das igualdades se tenha verificado num confronto directo entre as outras duas equipas sob ameaça de despromoção. O Entroncamento AC, que entrava com quatro pontos de vantagem face ao At. Riachense, tinha ocasião soberana para arrumar definitivamente as contas, em caso de vitória. E esteve, por duas vezes, nessa situação, mas, em ambas, possibilitou ao grupo dos Riachos restabelecer o empate (2-2), adiando assim a definição desta disputa.
Destaque ainda para o embate entre Amiense e Coruchense, porventura duas das formações que chegam a esta fase em melhor forma, vindo, ambas, de sequências vitoriosas. O desafio não terá defraudado as expectativas, com cambiantes de resultado: o grupo dos Amiais marcou primeiro, tendo a turma do Sorraia empatado à beira do intervalo, para, a meio do segundo tempo, completar a reviravolta; já em tempo de compensação o Amiense fixaria o 2-2, desfecho que terá desagradado mais ao conjunto de Coruche, que não logrou tirar partido do deslize do Alcanenense.
Surpresas – O Abrantes e Benfica figura, desta feita, no lado “positivo” das surpresas, ao impor um empate, precisamente na deslocação a Alcanena. Num prélio entre equipas com posição díspar (5.º vs. 11.º), e tendo os donos da casa chegado ao descanso a ganhar, viriam a consentir, por duas vezes, que os abrantinos restabelecessem a igualdade. O 2-2 final só não foi mais penalizador para os visitados devido ao facto de o Coruchense ter averbado resultado idêntico nos Amiais.
Notoriamente a “perder gás”, o Porto Alto não foi além do empate (1-1) na recepção ao Águias de Alpiarça – tendo sido, aliás, os alpiarcenses a inaugurar o marcador, já a meio da segunda parte –, o que lhe custou ceder de novo o 3.º lugar ao Torres Novas, agora com um ponto a menos.
Confirmações – O Mação, não abdicando das suas pretensões ao título, e tendo a visita do “lanterna vermelha”, Tramagal, venceu, como expectável, por margem dilatada (6-1), isto depois de ter chegado ao intervalo já a ganhar por 5-0. Na etapa complementar, tendo os tramagalenses reduzido, os maçaenses viriam a estabelecer o “placard” final à entrada dos dez últimos minutos.
Em Tomar, o União colocou termo a uma série negativa, de cinco desaires caseiros, empatando a zero com o At. Ouriense. Os nabantinos começaram por ter maior ascendente, mas sem eficácia. Na segunda parte, as ocasiões de golo foram negadas por boas intervenções dos dois guardiões.
II Divisão Distrital – Na segunda jornada da fase final, só o Ouriquense conseguiu bisar a vitória, perfilando-se como candidato à subida; enquanto a U. Atalaiense somou segundo desaire; os restantes quatro clubes contam, cada um deles, um triunfo e uma derrota. Os desfechos registados, numa clara afirmação de força das equipas da zona sul – em dois dos casos, por números bem expressivos – terão sido elucidativos quanto às aspirações dos concorrentes: 5-0 no Moçarriense-U. Atalaiense e 0-4 no Pego-Ouriquense; sendo, por outro lado, de assinalar a perda de invencibilidade no campeonato (ao 24.º jogo) do Vasco da Gama, desfeiteado (2-0) em Salvaterra.
Liga 3 – Após a realização da penúltima ronda da fase de apuramento de Campeão e de promoção desta prova, a principal nota a realçar é a subida, já matematicamente garantida, do Amarante: um solitário golo, apontado já nos derradeiros dez minutos, na recepção ao U. Santarém, foi o bastante para proporcionar ao emblema do Tâmega (que, há apenas duas temporadas, se sagrara Campeão do “Campeonato de Portugal”; tendo, por curiosidade, terminado no 8.º e último lugar a fase final da Liga 3 da época passada) uma inédita promoção à II Liga!
Quanto aos escalabitanos, em função da derrota sofrida, e tendo o Trofense empatado na recepção à equipa “B” do Vitória de Guimarães, baixou à última posição. Por seu lado, da igualdade a três bolas, entre Mafra e Académica – numa notável recuperação dos “estudantes”, depois de os mafrenses terem chegado a vantagem de 3-0 – decorre também que restam dois clubes na disputa pela promoção: os históricos Académica e Belenenses, separados por dois pontos, sendo que um deles subirá directamente, enquanto o outro terá de disputar o “play-off” com o 16.º da II Liga.
Campeonato de Portugal – Na 3.ª jornada, já a findar a primeira volta desta fase final, as duas equipas da série em que participaram os representantes do Distrito (Fátima e Samora Correia) saíram ambas vencedoras: o V. Sernache foi ganhar ao Algarve, ante o Louletano, por 2-1; por seu turno, a turma de Oliveira do Hospital venceu na Malveira, por 2-0.
A formação de Cernache do Bonjardim isolou-se no 1.º lugar, com sete pontos, mais três do que os oliveirenses e o grupo de Loulé, com o At. Malveira no 4.º e último posto, só com um ponto.
Antevisão – Na I Divisão Distrital, já na penúltima jornada, o Mação tem um sério teste às suas pretensões de poder chegar ainda ao título, em viagem a Coruche. Num Domingo em que se entrecruzam a luta pelo 1.º e pelo 5.º lugar, o Fazendense não poderá esperar facilidades na recepção ao Alcanenense, sendo que, em caso de conjugação favorável (num cenário em que o grupo das Fazendas obtivesse melhor resultado pontual que os maçaenses) poderia até haver festa.
De grande relevância, mas a nível da disputa pela permanência, serão as partidas Entroncamento AC-Águias de Alpiarça, a par dos derbies Riachense-Torres Novas e Cartaxo-Pontével. Uma última nota para a reedição de um clássico do futebol distrital, no Tramagal-U. Tomar.
Na II Divisão Distrital, a ronda três da fase final pode ser de importância significativa: no U. Atalaiense-Ouriquense, um eventual triunfo dos visitantes extremaria posições, passando um dos clubes a contar três vitórias, e, o outro, três derrotas; também o Vasco da Gama-Pego poderá ser quase como que “eliminatório”, em caso de êxito dos anfitriões; Moçarriense e Salvaterrense disputam um encontro de crucial interesse na luta por uma vaga de promoção ao escalão principal.
Na Liga 3, o U. Santarém termina a temporada recebendo o Varzim, com a expectativa de poder livrar-se da “lanterna vermelha”. Mas as atenções estarão focadas, sobretudo, no Académica-Trofense e no Belenenses-Mafra, sendo as contas fáceis de fazer: a turma do Restelo só poderá alcançar a subida directa desde que vença e que, em paralelo, o conjunto de Coimbra não ganhe. Por seu lado, para tal desiderato, a Académica até poderia perder, se o Belenenses não triunfar.
No Campeonato de Portugal, defrontam-se os dois primeiros, com o V. Sernache a receber o Oliveira do Hospital; enquanto o Louletano terá a visita do At. Malveira.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 14 de Maio de 2026)
I Liga / I Divisão – Historial de lugares de honra
Época Campeão 2.º 3.º 4.º 2025-26 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 2024-25 Sporting Benfica FC Porto Sp. Braga 2023-24 Sporting Benfica FC Porto Sp. Braga 2022-23 Benfica FC Porto Sp. Braga Sporting 2021-22 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 2020-21 Sporting FC Porto Benfica Sp. Braga 2019-20 FC Porto Benfica Sp. Braga Sporting 2018-19 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 2017-18 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 2016-17 Benfica FC Porto Sporting V. Guimarães 2015-16 Benfica Sporting FC Porto Sp. Braga 2014-15 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 2013-14 Benfica Sporting FC Porto Estoril 2012-13 FC Porto Benfica P. Ferreira Sp. Braga 2011-12 FC Porto Benfica Sp. Braga Sporting 2010-11 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 2009-10 Benfica Sp. Braga FC Porto Sporting 2008-09 FC Porto Sporting Benfica Nacional 2007-08 FC Porto Sporting V. Guimarães Benfica 2006-07 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 2005-06 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 2004-05 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 2003-04 FC Porto Benfica Sporting Nacional 2002-03 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 2001-02 Sporting Boavista FC Porto Benfica 2000-01 Boavista FC Porto Sporting Sp. Braga 1999-00 Sporting FC Porto Benfica Boavista 1998-99 FC Porto Boavista Benfica Sporting 1997-98 FC Porto Benfica V. Guimarães Sporting 1996-97 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 1995-96 FC Porto Benfica Sporting Boavista 1994-95 FC Porto Sporting Benfica V. Guimarães 1993-94 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1992-93 FC Porto Benfica Sporting Boavista 1991-92 FC Porto Benfica Boavista Sporting 1990-91 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1989-90 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 1988-89 Benfica FC Porto Boavista Sporting 1987-88 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1986-87 Benfica FC Porto V. Guimarães Sporting 1985-86 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 1984-85 FC Porto Sporting Benfica Boavista 1983-84 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 1982-83 Benfica FC Porto Sporting V. Guimarães 1981-82 Sporting Benfica FC Porto V. Guimarães 1980-81 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1979-80 Sporting FC Porto Benfica Boavista 1978-79 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 1977-78 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 1976-77 Benfica Sporting FC Porto Boavista 1975-76 Benfica Boavista Belenenses FC Porto 1974-75 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1973-74 Sporting Benfica V. Setúbal FC Porto 1972-73 Benfica Belenenses V. Setúbal FC Porto 1971-72 Benfica V. Setúbal Sporting CUF 1970-71 Benfica Sporting FC Porto V. Setúbal 1969-70 Sporting Benfica V. Setúbal Barreirense 1968-69 Benfica FC Porto V. Guimarães V. Setúbal 1967-68 Benfica Sporting FC Porto Académica 1966-67 Benfica Académica FC Porto Sporting 1965-66 Sporting Benfica FC Porto V. Guimarães 1964-65 Benfica FC Porto CUF Académica 1963-64 Benfica FC Porto Sporting V. Guimarães 1962-63 Benfica FC Porto Sporting Belenenses 1961-62 Sporting FC Porto Benfica CUF 1960-61 Benfica Sporting FC Porto V. Guimarães 1959-60 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1958-59 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1957-58 Sporting FC Porto Benfica Belenenses 1956-57 Benfica FC Porto Belenenses Sporting 1955-56 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1954-55 Benfica Belenenses Sporting FC Porto 1953-54 Sporting FC Porto Benfica Belenenses 1952-53 Sporting Benfica Belenenses FC Porto 1951-52 Sporting Benfica FC Porto Belenenses 1950-51 Sporting FC Porto Benfica Atlético 1949-50 Benfica Sporting Atlético Belenenses 1948-49 Sporting Benfica Belenenses FC Porto 1947-48 Sporting Benfica Belenenses Estoril 1946-47 Sporting Benfica FC Porto Belenenses 1945-46 Belenenses Benfica Sporting Olhanense 1944-45 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1943-44 Sporting Benfica Atlético FC Porto 1942-43 Benfica Sporting Belenenses Unidos Lisboa 1941-42 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1940-41 Sporting FC Porto Belenenses Benfica 1939-40 FC Porto Sporting Belenenses Benfica 1938-39 FC Porto Sporting Benfica Belenenses 1937-38 Benfica FC Porto Sporting Carcavelinhos 1936-37 Benfica Belenenses Sporting FC Porto 1935-36 Benfica FC Porto Sporting Belenenses 1934-35 FC Porto Sporting Benfica Belenenses
Resumo:
– Benfica – 38 vezes Campeão / 31 vezes 2º / 18 vezes 3º / 4 vezes 4º classificado
– FC Porto – 31 vezes Campeão / 29 vezes 2º / 15 vezes 3º / 11 vezes 4º classif.
– Sporting – 21 vezes Campeão / 23 vezes 2º / 29 vezes 3º / 14 vezes 4º classif.
– Belenenses – 1 vez Campeão / 3 vezes 2º / 14 vezes 3º / 9 vezes 4º classificado
– Boavista – 1 vez Campeão / 3 vezes 2º / 2 vezes 3º / 10 vezes 4º classificado
– Sp. Braga – 1 vez 2º / 3 vezes 3º / 19 vezes 4º classificado
– V. Setúbal – 1 vez 2º / 3 vezes 3º / 2 vezes 4º classificado
– Académica – 1 vez 2º / 2 vezes 4º classificado
– V. Guimarães – 4 vezes 3º / 10 vezes 4º classificado
– Atlético – 2 vezes 3º / 1 vez 4º classificado
– CUF – 1 vez 3º / 2 vezes 4º classificado
– Paços Ferreira – 1 vez 3º classificado
– Estoril – 2 vezes 4º classificado
– Nacional – 2 vezes 4º classificado
– Barreirense – 1 vez 4º classificado
– Olhanense – 1 vez 4º classificado
– Unidos Lisboa – 1 vez 4º classificado
– Carcavelinhos – 1 vez 4º classificado
I Liga – 2025-26 – Classificação final
Equipa J V E D GM GS P 1.º FC Porto 34 28 4 2 66 - 18 88 2.º Sporting 34 25 7 2 89 - 24 82 3.º Benfica 34 23 11 - 74 - 25 80 4.º Sp. Braga 34 16 11 7 64 - 36 59 5.º Famalicão 34 15 11 8 42 - 29 56 6.º Gil Vicente 34 13 11 10 47 - 38 50 7.º Moreirense 34 12 7 15 37 - 49 43 8.º Arouca 34 12 6 16 47 - 64 42 9.º V. Guimarães 34 12 6 16 39 - 51 42 10.º Estoril 34 10 9 15 54 - 57 39 11.º Alverca 34 10 9 15 35 - 52 39 12.º Rio Ave 34 8 12 14 35 - 57 36 13.º Santa Clara 34 9 9 16 32 - 41 36 14.º Nacional 34 9 7 18 37 - 45 34 15.º C. F. E. Amadora 34 6 12 16 38 - 56 30 16.º Casa Pia 34 6 12 16 31 - 57 30 17.º Tondela 34 6 10 18 27 - 55 28 18.º AFS 34 3 12 19 27 - 67 21
Campeão – FC Porto – Entrada directa na Liga dos Campeões
2.º classificado – Sporting – 3.ª eliminatória de acesso à Liga dos Campeões
3.º classificado – Benfica – 2.ª eliminatória de acesso à Liga Europa
4.º classificado – Sp. Braga – 2.ª eliminatória de acesso à Liga Conferência
Despromovidos – Tondela e AFS
Promovidos – Marítimo e Académico de Viseu
Play-off de manutenção / promoção – Casa Pia – Torreense
Melhores marcadores:
1. Luis Suárez (Sporting) – 28
2. Evangelos “Vangelis” Pavlídis (Benfica) – 22
3. Yanis Begraoui (Estoril Praia) – 20
Palmarés – Campeões:
Benfica (38) – 1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05; 2009-10; 2013-14; 2014-15; 2015-16; 2016-17; 2018-19; 2022-23
FC Porto (31) – 1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08; 2008-09; 2010-11; 2011-12; 2012-13; 2017-18; 2019-20; 2021-22; 2025-26
Sporting (21) – 1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02; 2020-21; 2023-24; 2024-25
Belenenses (1) – 1945-46
Boavista (1) – 2000-01




